2 de mai. de 2016

‘Velaço’ programado para dia 11 na Esplanada


Do Coluna Esplanada
Em resposta ao esvaziado protesto de apoio à presidente Dilma Rousseff em frente ao Congresso Nacional, chamado de 'Iluminação', os movimentos antipetistas planejam promover o 'Velaço'.
Está previsto para o dia 11, após a votação do processo. Pretendem espalhar milhares de velas acesas no gramado da Esplanada.

Ex-ministros de Dilma deverão votar a favor do impeachment

1 de mai. de 2016

Padilha, o super-ministro de Temer


Do Coluna Esplanada
O futuro presidente da República, Michel Temer, esboçou um super-ministério no Palácio do Planalto para Eliseu Padilha, seu aliado de primeira hora, fiel escudeiro e maior artífice de sua ascensão ao Poder.
Na chefia da Casa Civil, Padilha terá poderes de chefe de gabinete, controle de todos os ministérios, e também acumulará a Comunicação, que passará a ter status de secretaria.
Padilha vai comandar a relação com a imprensa e os bilhões de reais de publicidade para os jornais, revistas e sites.
Mauro Lopes pode voltar à Aviação Civil. Geddel Lima e Moreira Franco, outros dois artífices de Temer presidente, devem ficar no Planalto como ministros do bunker.

Sem cobrança, reguladoras desafiam direitos civis


A revelação da OAB de que vai fechar o cerco à atuação das agências reguladoras e às suas ingerências políticas causou apreensão na turma. O primeiro alvo é a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Sem cobranças públicas, as reguladoras atuam como querem, respaldadas pelo Governo, e quem sofre é o cidadão.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) não tem fiscais para novos postos construídos em rodovias. Sem profissionais concursados suficientes, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem delegado fiscalização a órgãos estaduais e municipais.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) revogou normas como a do transporte de animais, e deixa a lacuna para as empresas aéreas decidirem.
A Agência Nacional de Saúde (ANS) fechou o cerco ao GEAP, plano de saúde do funcionalismo federal. Mas atua brandamente contra operadoras privadas. Já a Agência Nacional de Petróleo (ANP), que possui laboratório de análise de combustível em Brasília, atua por amostragem. Não consegue reprimir ilícitos nas vendas de combustível e gás.
Vale lembrar que a Antaq (transportes aquáticos) e a ANTT seriam uma só agência, mas a pressão política as desmembrou. É assédio por vagas de todos os lados.
Leandro Mazzzini

30 de abr. de 2016

" O PSOL, como partido político, é plural sim"


O deputado Edilson Silva responde ao jornalista Franco Benites, do JC ONline em sua coluna Pinga Fogo.
O PSOL, como partido político, é plural sim. Em 12 anos de existência no Recife, abrigou várias tendências e pensamentos. Por isso, é essencialmente um partido democrático. Suas divergências internas são prova disso.
Em que pese a falta de unidade interna em todos os aspectos, temos compreensão do papel relevante que o partido exerce na conjuntura atual do Recife, de Pernambuco e do País. Assim sendo, temos responsabilidade para com o fortalecimento do PSOL e não iríamos comprometer este projeto por questões menores. Dito isto, impulsionamos, na medida do possível, todas as postulações da legenda.
No dia 8 de abril, nos estúdios da Rádio Jornal, no segundo dos três blocos da entrevista ao comunicador Ednaldo Santos, fomos indagado sobre a estruturação da chapa de vereadores do PSOL. Eis a nossa resposta:


“Nós temos uma chapa que é a melhor chapa que a gente montou, até hoje. Albanise Pires, que é presidente estadual do PSOL. Foi candidata ao Senado, já foi candidata a vice-prefeita. Está na nossa chapa. É um dos principais nomes. Nós temos o Leonardo Cisneiros, que é um ativista do direito à cidade, do Direitos Urbanos. Tem o Severino, que é do Sintraci (Sindicato dos Trabalhadores do Comércio Informal), do Movimento dos Sem Teto, conhecido como Biu, também está na nossa chapa. Tem o (médico) Cacá Melo, que trabalha com a medicina popular. Tem todo um segmento militante na cidade que trabalha com isso. Nós temos várias lideranças nas comunidades. Temos nomes já testados do PSOL. O próprio Zé Gomes, que foi candidato ao governo do Estado. O Numeriano, que já foi candidato a prefeito. Tem o Pedro Josephi, que foi candidato a deputado estadual na última eleição.

28 de abr. de 2016

"Dilma e o PT não respeitam a Lei"



Diante da derrota eminente, Dilma pretende assinar uma série de medidas com o objetivo de fazer a farra fiscal. O Brasil já tinha superado esse tipo de política, comum no passado. Depois da Lei de Responsabilidade Fiscal, essa prática foi praticamente extinta. 

Dilma e o PT não respeitam a Lei, aliás estão sendo impedidos por isso, e vão apostar tudo na velha estratégia do marketing: anunciar mentiras, que depois não serão cumpridas. Viveremos tempos difíceis para arrumar o tamanho do rombo deixado por esses 13 anos de PT, mas é preciso começar a arrumar a casa, controlar a dívida, para que possamos baixar os juros, recuperar a credibilidade de nossa economia, para voltar a gerar empregos.

Mendonça Filho

"Estado vai ter dificuldade para pagar reajuste da PM", diz secretário




Da Rádio Jornal

No dia seguinte ao reajuste que impediu a greve dos policiais e bombeiros militares, o Secretário de Administração de Pernambuco, Milton Coelho, já mostrou sinais de novas dificuldades após o fim do movimento da PM. Em entrevista ao programa de Geraldo Freire nesta quinta-feira (28), Milton Coelho
afirma que "o Estado vai ter dificuldade para pagar esse reajuste".


De acordo com o secretário estadual, mesmo com a greve evitada não existem motivos para comemorar. Ele afirma que a situação financeira pernambucana segue difícil e que o acordo com a PM surtiu efeito porque ambas as partes estão em negociações mensais há cerca de um ano. "Conseguimos um acordo que atinge, especialmente, a gratificação. Valorizamos também o vale transporte", declarou.
O socialista afirmou ainda que uma greve de servidores da polícia é mais complicada: "segurança não tem preço. Só com a ameça de paralisação, já havia sinais de pânico na população", disse. O secretário disse ainda que o governo precisará fazer todo um exercício para "suportar" o reajuste. Em relação a pleitos de outros servidores estaduais, como policiais civis e professores, não há muito o que fazer por causa da crise: "os demais servidores não podem nos cobrar com o que a gente não tem", disparou.